segunda-feira, 8 de novembro de 2010

O Maranhão e a barbárie.



58 mortes violentas em "outubro sangrento" na grande São Luís, a maioria das vítimas eram jovens pobres.

Assalto ao banco de Buriticupu, reféns, tiroteio e ação estadual do crime organizado.

Rebelião na penitenciária de Pedrinhas, mortes, destruição e a completa ausência de direitos básicos à condição humana.

Como há séculos atrás, índios e policiais trocam tiros e se matam no interior do Maranhão.

As profundas desigualdades sociais e econômicas, o mandonismo sem limites da oligarquia Sarney, a corrupção, o patrimonialismo e os piores índices de desenvolvimento humano do país cobram o seu preço: a barbárie que estamos assistindo!

A oligarquia e seus velhos e novos aliados são os responsáveis finais, em uma cadeia de causalidade responsável, pelo estado de coisas que agora se apresentam.

A propaganda e o ufanismo não podem substituir a realidade fenomênica, pois essa é o móbile do entendimento. Portanto, a miséria da política apresenta sua conseqüência mais obscura na bárbara violência.

Pobre Maranhão.

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