quinta-feira, 3 de junho de 2010

Os povos do mundo exigem a liberdade da Palestina.



A ação fascista do governo israelense atacando navios com ajuda humanitária a caminho da Palestina foi a maior demonstração pública do terrorismo de estado sionista. Chamou mais uma vez a atenção da mídia para esse estado "fora da lei" que é Israel, enclave dos interesses dos oligopólios imperialistas no oriente médio.

O evento também serve para demonstrar a fraqueza e a timidez dos EUA quando se trata dos seus vassalos. Toda aquela arrogância para cima do Irã se transforma no mais dócil entendimento quando se trata dos crimes de lesa-humanidade que os israelenses cometem na Palestina e principalmente em Gaza.

Que a causa da nação Palestina ganhe toda atenção da comunidade internacional!

Que se suspenda imediatamente o bloqueio fascista a Gaza e toda a Palestina!

Pela condenação de Israel por crimes contra a humanidade!

2 comentários:

  1. Camarada Cristiano, parafraseando suas palavras, nosso povo exige a liberdade do Maranhão.
    Tornou-se evidente a crise do ofício político tradicional no Maranhão, essa semana que se inicia tanto o teu blog quanto dos companheiros Portelada, Itevaldo, Ed Wilson, Carlos Hermes, Isnande Barros reforçam a necessidade de debate sobre o tema, o que gostaria de fazer alguns comentários.
    Vejo que durante os últimos meses tem se acentuado o aparecimento de textos que revelam com vigor o tema da crise do ofício político tradicional no Maranhão, o qual o grupo Roseana no Estado e o grupo de João Castelo em São Luís são a perfeita representação deste fenômeno, pois ambos materializam o que alguns autores tem diferidoo entre conceitos para abordar os fenômenos das transformações da política, basta notar Richard Sennet e o seu declínio do homem público, a crise do ofício político mencionada por Daniel Inerarity, a transfiguração do político Michel Maffesoli para o trato da forma do político na atual contemporaneidade e a perspectiva espacial elaborado na monumental obra Império de autoria de Toni Negri e Michal Hardt no trato de repercussões internacionais mais amplas das transformações na política, além das revelações da crise da representação política mencionada por alguns autores brasileiros Marta Arretche e Marco Aureĺio Nogueira quando dos escândalos do Senado que se alastraram pelo país e que vem de longa data.
    Nesses termos, é certo que a turma constituída por José Sarney, João Castelo, Jackson Lago e Roseana são os sujeitos que melhor representam essa crise do ofício político no Maranhão, pois revelam a impossibilidade dos mesmos em saber lidar com as novos e diferentes exigências da sociedade atual, o prazo de validade dos modos de gestão do Estado que conduzem há tempos estão fora do prazo de validade, ou melhor, vencidos.
    Estes, não conseguem abordar numa nova linguagem condizente com a paisagem cultural contemporânea que se manifesta no Maranhão, continuam no limbo da inoperância, da farsa publicitária, que o avanço da comunicação não permite ludibriar com tanta facilidade.
    Pior, tentam a todo custo impedir o movimento incontrolável de constituição de uma nova cultura política que em paralelo aos seus mandos e desmandos acabou sendo constituída ao longo dos últimos anos, que nesse momento emerge com vigor nunca antes visto, numa realidade incontrolável e irreversível.
    Entretanto, esse fenômeno também deve se alastrar para os parlamentos, para que a crise de representação política também possa ser superada a longo prazo nessas casas.
    Nesses termos, a candidatura que corre por fora do Flávio e seu grupo pode lançar-se a frente nessa empreitada e com isso, fazer com que essas transformações da política se consolidem no nosso Estado, no sentido de fazer com que o ofício tradicional da política materializado pelas figuras de José Sarney, João Castelo, Jackson Lago, Edson Lobão e outros sejam gradativamente substituídos por um novo futuro.
    Ricardo André
    Mestre em Gestão Desportiva pela Faculdade de Desporto da Universidade do Porto-Portugal

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  2. Caro Ricardo André.

    Vc está certo quanto à relação entre a situação da Palestina e do MA! Também concordo com a necessidade de novas lideranças emergirem no cenário estadual e romper com essas antigas práticas oligárquicas que tanto desfavorecem nosso povo.

    Em 2010 teremos a oportunidade de superar esse atraso.

    Saudações.

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