quarta-feira, 10 de março de 2010

AOS COMPANHEIROS PETISTAS: PORQUE PC DO B E NÃO PMDB.






“A tarefa é grande
mal bastamos.
É preciso primeiro refazer a vida,
uma vez refeita
poderemos cantá-la”

Maiakóvski



A questão nacional.

O PCdoB compreende que é necessário avançar nas conquistas do governo Lula. Para tanto, o único caminho possível é a eleição da Dilma Rousseff à presidência da república. Caso contrário, como sempre tem ocorrido desde a redemocratização, às forças neoliberais retornariam ao centro do poder da república, e isso, como sabemos, são de tristes lembranças para nosso povo e nossa nação.

Portanto, cabe aos comunistas em 2010 eleger Dilma e aprofundar as transformações que o Brasil necessita, ou seja, superar os verdadeiros entraves para um desenvolvimento sustentável que favoreça a maioria trabalhadora. Acreditamos que somente num governo democrático, com socialização do trabalho e da renda, as forças progressistas e de esquerda crescerão, pois a discussão política se eleva ao programático, às saídas objetivas para os dilemas da nação. O PCdoB tem um programa para apresentar, por isso muito interessa esse ambiente de discussão. Para os comunistas isso faz parte do movimento de crescimento e acumulação de forças. Participar dessa batalha e vencer as eleições é a principal tarefa do PCdoB em 2010.

Com esse objetivo definido, entendemos que para ganhar às eleições e construir a governabilidade em um continente chamado Brasil, o PMDB é chave, porque atualmente ocupa o papel de centro do espectro político nacional, sendo sempre disputado pela direita neoliberal e pela esquerda. Por cumprir com esse papel o PMDB sempre se divide em uma maioria governista e uma minoria da oposição. Ter a maioria do centro político para ganhar e governar é uma ação tática coerente que têm relações com os objetivos estratégicos. A tese de eleições plebiscitárias favorece a distinção dos campos que realmente disputam o poder central no país, obrigando o centro a se posicionar.

Mas, então, se o PMDB é de importância fundamental para vencer e governar, qual a verdadeira importância da esquerda na coalizão que elegerá a Dilma? Ora, a esquerda deve ser a força política que dá sentido ao programa e ao futuro governo! A questão da conquista do centro político, principalmente do PMDB, é um movimento coerente da tática política frentista, é condizente como movimento para se atingir determinado objetivo, mas não se confunde com o objetivo em si. É a esquerda que deve dar sentido a qualquer governo de esquerda. Essa é a questão estratégica!

A aliança tática com o centro para ganhar e governar não se confunde com as transformações profundas que o Brasil necessita. Não vai se esgotar nessa aliança tática o rompimento com os grilhões do neoliberalismo, embora ela seja feita com a intenção de acumular forças e crescer para propiciar às condições dessa virada. Não podemos confundir a tática de ganhar e governar com a estratégia de crescer e criar condições para transformar o Brasil. A tática é particular ao momento. A estratégia deve estar dentro da tática fornecendo sentido às ações imediatas, como a imanência do universal no particular. Quem confunde esses dois movimentos políticos distintos (mas não separados) é reformista ou oportunista!

O caso da coalizão da Concertación no Chile é emblemática: após vinte anos de governo, a coalizão de centro esquerda estagnou nas ações políticas de transformação do país. Isso levou a descrença do povo com o processo político mudancista. O resultado foi à eleição em 2010 do filhote da ditadura e empresário Piñera. De certa maneira, o que a Concertación fez foi à adoção de políticas sociais para tentar diminuir o abismo existente entre a população mais pobre, a classe média e os mais ricos do país. Essa política foi aprofundada, principalmente, no governo da Presidente Michelle Bachelet. Entretanto, não foram adotadas medidas que pudessem solucionar os problemas em sua essência. Foram tomadas medidas paliativas para resolver questões estruturais. O resultado foi a volta da direita.

Cabe aos companheiros da esquerda saberem distinguir a aparência da essência do fenômeno político por qual estamos passando, sob pena de perdermos com o tempo a conexão entre os elos mudancistas, populares e de esquerda que compõe o atual cenário da sucessão nacional.

Como diz o companheiro André Singer do PT: “Desde há muito o PMDB deixou de ter apego a um programa. Talvez uma análise minuciosa mostre que o ciclo programático do partido se esgotou quando promulgada a Constituição de 1988. Desde então, a sigla se transformou em um condomínio de lideranças regionais, com as mais diversas inclinações". Ainda sobre o PMDB diz: "A ausência de um ideário comum possibilita maior flexibilidade na ocupação de espaços de poder. Tanto apóia a opção neoliberal do segundo mandato de Fernando Henrique quanto o caminho desenvolvimentista do segundo mandato de Lula. Nunca se ouviu falar de um debate interno ao partido sobre os diferentes projetos que tais governos representam".
Essa é a diferença entre a opção tática e a estratégica.

A questão local.

É um grande equívoco defender a tese de que a melhor aliança para Dilma é com Sarney. Como foi dito acima a questão central da eleição da Dilma é o crescimento e o acúmulo de força dos setores progressistas, democráticos e de esquerda, para realização das tarefas estratégicas que o Brasil precisa. Essa é a essência da coalizão. É esse o seu sentido maior. Portanto, para sermos coerentes com a questão nacional, é imperioso que entendamos que não cabe ceder espaços políticos para o PMDB. O PMDB não precisa de espaços políticos no Maranhão. Pelo contrário. Os têm até demais.

Aqui, pela peculiaridade maranhense, é mais necessário criar e fortificar o campo de esquerda, estratégico, do que “doar” espaços políticos para Sarney. Porque a aliança do PT com Sarney no Maranhão é somente transferência do espaço social petista à influência patrimonialista da velha oligarquia.

A transformação da tática de “ganhar o centro”, o PMDB, em condição estratégica para o Maranhão, não se sustenta do ponto de vista da lógica da política. A política coerente é aquela que aproxima a tática da estratégia. Pois bem, tanto do ponto de vista tático (ajudar a eleger Dilma) quanto do ponto de vista estratégico (dar um sentido de esquerda ao seu governo) a aliança do PT é com o PCdoB e com O PSB! A opção pelo PMDB perde sentido tático quando vem para o plano estadual, uma vez que a questão estratégica (a aliança da esquerda) aqui está sendo prejudicada ao ceder espaços políticos para o PMDB.

A absolutização da aliança com os sarneístas contraria a lógica política da esquerda. Fere os objetivos essenciais da coligação que elegeu Lula e irá eleger Dilma. Fragmenta ainda mais o PT. Dificulta a aliança estratégica das esquerdas no Maranhão. Não contribui para a superação do modo oligárquico e patrimonialista que as carcomidas oligarquias sempre utilizaram para tornar esse estado refém da miséria.

Conclusões críticas.

O PCdoB já se aliou com Roseana com o meu consentimento enquanto dirigente. Era outro momento em outra época. Não havia unidade nas esquerdas do Maranhão. Ao contrário dos que pensam que isso é uma fragilidade do PCdoB é, antes, uma autoridade para nós dizermos que independente das promessas de Roseana ou Sarney ao PT, a constituição interna do sistema oligárquico deglute qualquer pretensão mudancista, democrática ou de esquerda que se pretenda implementar. Nem que Roseana quisesse mudaria o sistema oligárquico historicamente constituído do qual nutre seu poder. O PCdoB pode falar de alianças com Roseana. Já tivemos essa experiência. Não recomendamos ao PT.

Agora, diferente de antes, temos a possibilidade concreta de consolidarmos um pólo de esquerda que rompa com as oligarquias patrimonialistas que infestam o aparelho público e que crie condições de novos atores políticos exercerem com dignidade republicana o poder no estado e nas cidades maranhenses. O PT não pode dar essa guinada à direita contrariando a essência do projeto nacional que elegeu Lula e elegerá Dilma presidente do Brasil.

Conclamo aos setores mais esclarecidos do PT a manter-se coerente com o projeto nacional, construindo sua réplica progressista aqui no nosso estado. Junto com o PT, o PCdoB, o PSB e outros, temos todas as possibilidades de elegermos uma grande bancada de proporcionais, senadores, o governador e a ampla maioria dos votos para Dilma Rousseff. Esse é o único projeto coerente que deve ser defendido pelo bem do povo maranhense.

22 comentários:

  1. João de Deus Castro11 de março de 2010 06:30

    Assino embaixo, camarada Capô!
    A aliança com o PMDB no MA em nada ajuda no processo de acúmulo de forças do campo progressita, no rumo da superação do sistema oligárquico. Espero que essa barbaridade não se concretize.
    O PCdoB cometeu erros sérios no passado... e o PT não menos; de modo a inviabilizar esse encontro. Espero que essa oportunidade tática, coerente com uma estratégia de derrubada do oligarquismo no MA, possa definitivamente se firmar.

    forte abraço,

    ResponderExcluir
  2. Caro João.

    Minha intenção era demonstrar que o argumento da "questão nacional" tal qual está sendo posto por alguns companheiros para defender aliança com Roseana Sarney não se suntenta do ponto de vista lógico e político.

    Quanto aos erros, a história serve para nos ensinar. Não estamos livres de cometê-los, mas devemos aprender com as experiências passadas.

    Espero que os companheiros reflitam sobre a séria decisão que tomarão no encontro sobre a tática eleitoral.

    Saudações.

    ResponderExcluir
  3. "É a esquerda que deve dar sentido a qualquer governo de esquerda. Essa é a questão estratégica!"
    Excelente o seu comentário. Parabéns Cristiano pelo texto e tu como sempre surpreende!

    Acredito que travaremos uma grande batalha mas tenho certeza que o sentimento dos militantes do PT em todo o Estado é da unidade popular. Tenho conversado com vários setores e já vejo movimentações no sentido de apoio a frente PT/PC do B e PSB.Muitos Diretórios do PT do interior que são comprometidos com a luta da terra estão já se manisfestando a favor da frente de esquerda. Não acredito que as lideranças estaduais do PT vão vender sua consciência. Os que fizerem isso optarão por serem condenados pelo povo. Depois desta eleição o PT não será mais o mesmo. Será o divisor de águas e no Maranhão nascerá um PT de mais luta ainda do que já é, pois ele será depurado democraticamente neste Congresso Estadual do PT.Que venha a democracia petista e que a esperança vença o medo em favor da coragem de unir a esquerda do Maranhão em favor dos excluídos! Firme na luta companheiros do PT e camaradas do PC do B!Que o campo e a cidade estejam unidos em torno de eleger Flávio Dino Governador e espero que Flávio Dino cumpra sua missão e que o PT seja um dos protagonistas desta luta! Caso contrário aparecerão mais guerreiros pelo Maranhão com o mesmo ideal de luta pois pode demorar até anos, fazer chuva ou sol mas chegará um dia que livraremos o Maranhão das oligarquias e o devolveremos para o povo.

    "Os poderosos podem matar uma, duas ou três rosas, mas jamais conseguirão deter a chegada da primavera". CHE GUEVARA

    ALMIR BRUNO
    Partido dos Trabalhadores
    Coletivo Vanguarda

    ResponderExcluir
  4. Obrigado Profº Almir Bruno.

    Deposito imensas esperanças na militância petista que várias vezes já demonstrou que está disposta a mudar o MA.

    Aprecio também sua liderança jovem e aguerrida, trazendo mais força para a verdadeira tranformação do nosso sofrido estado.

    Saudações.

    ResponderExcluir
  5. A questão é: o PT precisa da Roseana, bem como o PCdoB, até mesmo nesse momento histórico. O único candidato que poderia defender o partido, pelo visto, fará parte em breve da chapa da nossa governadora. E isso não é questão de oligarquia. É questão de postura política. O seu texto está muito bom, gostei dos argumentos, mas na prática a coisa é diferente.

    ResponderExcluir
  6. Cara Émile.

    Argumento na intenção de demonstrar que o PMDB é um aliado tático das esquerdas a nível nacional, mas não estratégico!

    A idéia de transformar o PMDB em aliado estratégico aqui no MA é uma inversão da lógica política frentista da esquerda. Essa inversão não se sustenta politicamente e cai para o oportunismo.

    Portanto, nem o PT e nem o PCdoB precisam no atual momento histórico do Maranhão de uma aliança com Roseana Sarney. É somente isso que argumento.

    Obrigado pelo seu comentário.

    Saudações.

    ResponderExcluir
  7. gostei muito do texto camarada. flavio dino 65 governador. saudaçoes socialista
    roberto cesar (Carlao UJS)

    ResponderExcluir
  8. Valeu Carlão!

    Obrigado pelo comentário.

    Saudações.

    ResponderExcluir
  9. Oi Cristiano
    Legal o artigo, acho que responde a uma parte dos argumentos que setores do PT elecam como premissa de uma eventual coligação com Sarney.
    Eu tenho uma tese: Se o PT se coligar com o grupo Sarney ele estará fazendo história, pois será responsável pela reciclagem cosmética com uma pecha de esquerda na manutenção desse grupo no poder no Maranhão por pelo menos mais uma década. Na história das oligarquias Maranhense, só é governador que tem vínculo de vassalagem com o mandatário político, creio que seria um retrocesso o PT entrar nessa.
    A segunda parte de minha tese é a de que o PT também pode fazer história sendo construtor da derrota da oligarquia sarneysista ao ser parte dessa conjugação de força que podem fazer a viragem histórica da política do nosso estado. Sarney não cupriu a pomessa de 1966, ele só conseguiu fazer a substituição oligarquica. Sarney tributário do golpe de 1964 a votar em Castelo Branco legitimando o golpe de estado que depois Jango, cessando definitivamente as reformas de base; Sarney coptou Bandeira Tribuzi (símpático as proposta de Jango) que pensou que se aliando poderia colocar em prática algumas de suas idéias, um pensamento econômico particular com vista um desenvolvimento, o que nunca aconteceu.
    A derrocada hecatômbica da economia do Estado que já vem desde o final do séc. XIX perdurou e pauperizou sua base social. Hoje o Maranhão tem uma pequena elite econômica e política cosmopolita representada pelos pelos vínculos umbilicais da família Sarney.
    A saída é o fortalecimento da canditatura de Flávio Dino-Pc do B num bloco de esquerda que inclui o PT, o que contrariará a aposta do Sarney na continuação de seu mandonismo oligárquico.

    ResponderExcluir
  10. Caro Robson.

    De fato o PT pode construir uma história negativa ou positiva para os anseios do povo maranhense.

    Servir de peça de reposição das carcomidas oligarquias maranhenses ou ser protagonista de um novo momento político em nosso estado.

    Espero que que os dirigentes petistas estejam plenamente conscientes da importância de suas decisões nos próximos dias.

    Saudações.

    ResponderExcluir
  11. A análise é de suma importância para observações sobre o momento, que se configura como verdadeiro ápice no processo da transição do quadro político que se passa no Maranhão.
    A transfiguração do político, que se assiste com a aproximação dos líderes conservadores do Maranhão e outras localidades do país, das mudanças na condução das políticas públicas não pode passar despercebida.
    A crise do ofício do político, manifestada e examinada por autores como Inerarity, Sennet, Mafesolli, apontam e esclarecem como figuras históricas tombaram, caíram no descrédito em prol de tribalização de seus grupos para usufruir de benesses desligando-se da história e da ética da agremiação partidária. Esquecem os mesmos, que o momento é de transição, suas índoles estão sob observação e exame.
    Portanto, o que se vislumbra é a materialização de uma transição, que a direita ou esquerda tradicional representada por membros históricos em mutação, transfiguração, declínio, como abordam especialistas, estão em verdadeira retirada, dias contados.
    Espero, tal como o colega que os delegados possam enxergar o ápice da transição externa e interna do quadro político e defendam as idéias que dão sentido à existência do sentido da frente popular e de esquerda, mais que isso, abram caminho para alternância de poder, para uma necessária nova cultura política condizente com o nosso tempo.
    Ricardo André
    Mestre em Gestão Desportiva pela Faculdade de Desporto da Universidade do Porto-Portugal.
    Membro do PCdoB-Ma.

    ResponderExcluir
  12. Obrigado pelas considerações Ricardo André.

    Vc já levantou a questão da "crise do ofício político" em várias conversas nossas. Talvez seja hora de escreveres alguma coisa aqui para o blog! Que achas?

    Quanto à transição política no MA o resultado do encontro petista é fundamental. Ou o PT reforça o lado mudancista ou vai reforçar a "volta dos que nunca foram"!!!

    Seria um atraso histórico para a esquerda do MA e, acredito, praticamente o fim das bases sociais petistas.

    Saudações.

    ResponderExcluir
  13. engraçado essa análise. Grande debate público

    No final, tudo para barganhar votos. Poder...

    Roseana E Dino tudo haver!!!

    A Unidade entra BORÇALIDADE E ESTUPIDEZ

    Conheço- vos, Stalinistas.

    Xavier

    ResponderExcluir
  14. Beto
    Muito bom o texto. Agora é esperar pra ver o resultado de qual será a trilha escolhida pelo PT.

    ResponderExcluir
  15. Obrigado Beto.

    Também poderemos tentar influenciar os delegados. É importante não ser só uma decisão da cúpula.

    Saudações.

    ResponderExcluir
  16. Caro Xavier.

    Como os trotskista não discutem votos porque não os possuem, ficam por fora do debate político. É o seu caso!

    Não tem nada a ver seu comentário. Vc precisa é haver sua velha gramática!

    Saudações.

    ResponderExcluir
  17. HAver, HAverão, Haver, de existir.

    Vocês existem por nada existir...

    Trots não sei o que... Voto.

    Deixe de ser piqueno, com sua liturgia grotesca.

    Sr. Cristiano, quanto vale sua opnião?

    Qual cargo no governo desejas?

    Vou rir da sua cara com a unidade Rose e Dino

    Tudo HAVER

    ResponderExcluir
  18. Caro Trotskista.

    O verbo haver, empregado com a significação de existir, é usado apenas na terceira pessoa do singular. Trata-se, então, de verbo impessoal. ou seja, que não tem sujeitos.

    O verbo haver também é impessoal quando indica tempo recorrido.

    O verbo haver é ainda empregado no sentido de ter, caso em que é pessoal, concordando normamente com o sujeito.

    E, por fim, o verbo haver como pronominal, haver-se, com a significação de portar-se, proceder, concordando com o sujeito.

    Por isso, quando quiser dizer que algo tem relação a outro, use “a ver”.

    Use “ter a haver” no sentido de “ter a receber”.

    O cargo que desejo é ser professor de português...

    Mas não se zangue ( no presente do subjuntivo)pois é apenas uma brincadeira.

    ResponderExcluir
  19. Cristiano.

    Esse militantes do PSTU não têm geito, não constroem nada, querem dar gritos e farão a revolução.

    Siga sua luta, camarada, e combata esses debochados!!!

    Raimundo Filho,
    Pc do B Imperatriz

    ResponderExcluir
  20. Obrigado por suas palavras Raimundo, mas, a rigor, não perco energia e nem tempo com os esquerdistas, a não ser quando assumem a linha de frente da reação.

    No geral os esquerdistas não possuem força política para interferir no quadro político- eleitoral e são desconhecidos do povo. Por isso falam, falam e nada fazem!

    Agora devemos mesmo é lutar contra o PMDB de Sarney que quer comprar o PT.

    Como vai nossa querida Imperatriz? Estou com vontade de ir por aí... É só me convidarem com antecedência.

    Saudações.

    ResponderExcluir
  21. Professor, Geito não é com J?

    Grato

    León

    ResponderExcluir
  22. Como sempre León vc não entendeu nada!

    Não é 'jeito' mas sim 'geito' uma coruptela brasileira para o termo 'geist' do alemão 'espírito'...

    Com isso ele quis dizer que "os militantes do PSTU não tem espírito"! Não tem vivacidade, gênio!

    Compreendeu?

    Saudações.

    ResponderExcluir

Seu comentário será publicado após moderação.