quarta-feira, 16 de dezembro de 2009

Prêmio "José Augusto Mochel".


O PCdoB e o mandato do deputado federal Flávio Dino farão a entrega do Prêmio José Augusto Mochel nesta quinta em solenidade que contará com a presença da militância comunista e com lideranças partidárias do campo democrático e popular, além de representantes de várias entidades dos movimentos sociais.

O “Prêmio José Augusto Mochel”, em sua terceira edição, já é um evento aguardado por todos os militantes sociais do Maranhão. É o que garante o presidente do PCdoB/São Luís, jornalista Márcio Jerry, para quem “a premiação é um justo reconhecimento aos que se destacam na luta democrática, hoje e no passado”. O deputado Flávio Dino, presidente do Comitê Estadual do PCdoB, lembra que “o prêmio reverencia a figura de um grande revolucionário maranhense que foi José Augusto Mochel, dirigente do PCdoB, ativista dos movimentos pela redemocratização, lutador incansável”. O Prêmio, diz o parlamentar, pretende manter viva não só a memória de Mochel, mas também a permanente atualidade da luta socialista.

Homenageados – A lista dos homenageados é encabeçada pela Comissão Pastoral da Terra(CPT), entidade que há anos se destaca na luta pela reforma agrária, política agrícola e justiça no campo. A homenagem póstuma deste ano será dedicada à militante do PCdoB, do movimento de saúde e da luta pela democratização da comunicação, Raimunda Dica, falecida em outubro passado. Os dirigentes estaduais do PCdoB, Eurico Fernandes e Etelvino Oliveira, também receberão o “Mochel 2009”. Um, Eurico, veio do Pernambuco e se integrou à luta popular e socialista no Maranhão; o outro, Oliveira, chegou clandestino ao estado, vindo de Minas Gerais, onde cursava engenharia. “Dois exemplos da coerência e perseverança revolucionárias”, atesta o Secretário de Organização do PCdoB, Gérson Pinheiro.

A educadora Maria Ribeiro, que integra a direção do Centro de Defesa Marcos Passerine, é outra homenageada. É uma das mais destacadas militantes do movimento em defesa de crianças e adolescentes do Maranhão. A lista de homenageados tem ainda o Bispo D. Xavier Giles, franco-brasileiro que se destacou na luta pela democracia, em defesa dos trabalhadores rurais e do engajamento da Igreja nas lutas do povo. O juiz aposentado José Ribamar Heluy também receberá o Prêmio em reconhecimento à sua contribuição à luta democrática, via Comissão Justiça e Paz, à atuação na campanha pela anistia e no na sua militância política no PT, partido pelo qual disputou a eleição para prefeito de São Luís em 1988.

Nas premiações especiais do Mochel 2009 estão dois dirigentes nacionais do PCdoB que tem dado grande contribuição ao avanço do partido no estado: o presidente Renato Rabelo e o Secretário de Organização Walter Sorrentino. A entrega de todos os prêmios será feita por comissões formada por lideranças que tiveram ao longo da militância relação com os homenageados. “Esperamos contar com a presença de todos os membros do partido, com nossos amigos, nesta noite em que se celebra mais uma vez a luta democrática, popular e socialista no Maranhão”, conclama Flávio Dino.

4 comentários:

  1. o Sr. José Ribamar Heluy não é assassino?

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  2. Até onde sei ele foi julgado e inocentado.

    Se discordas do mérito e têm argumentos para sutentá-los, apresente-os, caso contrário vai parecer ataque leviano à pessoa do ex-juiz, uma vez que vc se esconde no anonimato.

    Já o prêmio é uma homenagem a sua inegável militância política no campo progressista e democrático. Todos concordam com a importância de sua ação em determinado momento político maranhense. É por isso, fundamentalmente, que o Sr. Heluy foi justamente homenagiado.

    Isso me faz lembrar a discordância entre Aristóteles e Platão sobre a primazia ética do 'justo' sobre o 'bom'. Acho que Aristóteles tinha razão...

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  3. meu nome e anonimato. mas ele matou, nao matou? se é inocente ou não, problema da Justiça, que é muito boa para os ricos, nã?o. mas enfim, tu es engraçado. precisa ler Sorel. e acender uma vela para o falecido, que tomou balaço.

    ei, aproveitando,Flávio Dino é filhote de Sarney?

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  4. Caro anônimo.

    Vou lhe responder pela última vez, já que insiste em ficar no anonimato.

    Vivemos em uma civilização onde as pessoas tem que ser julgadas para serem condenadas.Se vc já condenou a revelia de um julgamento, paciência, vc está fora dos critérios civilizacionais.

    Não sou engraçado, só exponho racionalmente meus pontos de vista.

    Não acendo velas para defuntos, descreio das coisas religiosas e não me interesso pelas coisas do pós morte, mas sim pelas coisas da vida, do mundo e da história.

    A própria pergunta sobre o Flávio Dino indica que vc defende uma das oligarquias que mandam no MA. Acusar alguém de sarneísta ou dizer-se anti-sarneísta é adotar uma lógica de classe intra-oligárquica, dicotômica, na qual o mundo político maranhense só pode ser dividido e governado pelas aristocracias corruptas e reacionárias.

    Se tiveres disposição ou capacidade pode ler nesse mesmo blog os textos "O terceiro excluído. I e II partes. Estão nos arquivos de abril e maio.

    Se quiseres debater, fique à vontade, mas se for só para atacar os outros ou ficar com esse papo furado senso comum, vai postar no blog do Décio Sá ou do Jornal Pequeno. Lá talvez seus argumentos estejam condizentes com o nível do debate.

    Saudações.

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