sexta-feira, 5 de junho de 2009

Potências estrangeiras temem ação brasileira no Atlântico Sul!



A queda do avião Airbus-330 da Air France no meio do Atlântico Sul e as consequentes buscas por vítimas e destroços estão deixando as potências estrangeiras ligadas a OTAN (Organização do Tratado do Atlântico Norte) preocupadas com o desembaraço das forças armadas brasileiras em um ponto tão distante da sua costa. As buscas se desenvolvem a 900 km de Fernando de Noronha, mais para a África do que para o Brasil, o que requer uma logística impecável, além de meios eficazes de navegação, tranporte e reconhecimento. Até então - dizem especialistas estrangeiros em geopolítica - não se sabia que a marinha e a aeronautica brasileira fossem capazes de extender seus meios de ação para tão longe da sua costa. Sem dúvida o que mais chamou atenção da OTAN foram os modernos aviões R-99 EMB 145 da Embrer, dotados de sofisticados radares e sensores de detecção. Foi através desse sistema que foram achados as primeiras vítimas e destroços do acidente.

Todo esse alvoroço não é exatamente pelo avião desaparecido, mas sim pelo início da exploração das reservas do pré-sal, sendo que algumas delas estão na fronteira das águas jurisdicionais brasileiras. Ao demonstrar que possui equipamentos e logística para detectar e achar destroços de aviões no meio do Atlântico Sul, quase nas costas africanas, o Brasil manda um recado para os donos do Atlântico Norte: as reservas do pré-sal parecem distantes do Brasil, mas o nosso braço é longo e podemos defende-las !
Resta saber se conseguiremos defender o pré-sal dos 'inimigos internos', isto é, das forças anti-patriotas e anti-nacionais captaneadas pelo PSDB que querem por que querem destruir a Petrobrás com uma CPI do 'fim do mundo' !

8 comentários:

  1. Oi Cristiano

    É essa a reflexão mesmo. O outro dia eu estava pensando nisso, essa aglomeração da marinha francesa e americana, sob pretexto de ajudar nas buscas, ficar rondando essa região, aí o Brasil vai e demonstra que tem logísticas e bases estrátégica para além mar, ou seja para além das 200 milhas e usando bases de apoio a partir dos seus enclaves atlânticos nos arquiélagos de Fernando de Noronha e São Pedro e São Paulo, estes últimos desabitados, mas sob constantes vigia da marinha Braseira.
    É um construto de um projeto de defesa maior, pois o projeto do submarinho nuclear e do mísseis de longo alcance nacional podem sair do papel, vide o último experimento de protótipo de vls na base de Alcântara, ou seja, o país começa a se projetar para dotar das mais altas tecnologias de defesa do seu território e se prepara para ter jurisdição sob 320 milhas marítimas, processo já em andamento na ONU.
    Só em pensar que quase tivemos um enclave estadunidense na entrada da amazônia a partir da base de Alcântara da asco dessa tucanha.

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  2. É isso mesmo Robson.
    A questão da defesa nacional é uma questão de política estratégica ! O governo federal apresentou a Estratégia Nacional de Defesa onde aponta que a defesa da nação deve estar relacionada com o seu desenvolvimento econômico e social.
    Acredito que depois da 'década neoliberal' a bandeira da defesa nacional cabe as forças de esquerda.
    Podemos dizer que no caso em questão movemos uma pedra no xadrez da geopolítica que surpreendeu nossos adversários estratégicos !

    Saudações.

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  3. Sim sim, eu sou a namorada de Vinícius :)

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  4. Qunado vc diz:
    ´´donos do Atlântico Norte: as reservas do pré-sal parecem distantes do Brasil, mas o nosso braço é longo e podemos defende-las !´´
    Só se for um braço raquito vc sabe a situação real das Forças Armadas??????

    Quanto segundo comentário:
    ´´partir dos seus enclaves atlânticos nos arquiélagos de Fernando de Noronha e São Pedro e São Paulo, estes últimos desabitados, mas sob constantes vigia da marinha Braseira´´
    NEM Fernando de Noronha OU São Pedro e São Paulo SÃO DESABITADOS POIS SE FOSSEM NÃO TERIAMOS DIREITO AS 320 milhas marítimas.

    ABRAÇOS PATRIOTA

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  5. Caro Patriota.

    Acho que falta patriotismo no seu comentário... Sim eu estou informado sobre a situação das forças armadas. Sei por exemplo que a marinha e a FAB, mesmo com seus pequenos meios, realizaram uma tarefa de gente grande. Sei também que as forças armadas sofreram com a 'década neoliberal', cujo fundamento era a submissão do estado nacional e de suas forças armadas a simples polícia contra o narcotráfico. Sei também que o governo Lula dotou as forças de um plano estratégico, onde procura, entre outras coisas, adicionar a compra de equipamentos à transferência de tecnologia para a indústria nacional. Que 'desencalhou' o projeto do submarino nuclear entre outras coisas.
    Portanto meu caro, não ache que o assunto de defesa faça parte somente dos meios militares.
    Quanto a segunda questão não entendi direito, mas Fernando de Noronha é habitada.

    Grato pela participação.

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